No dia 24 de agosto de 1981, Mark David Chapman, recebe a sentença de prisão perpétua pelo assassinato a John Lennon, na noite de 8 de dezembro de 1980, em Nova Iorque, um crime que chocou o mundo e que o tornou tragicamente famoso.
Sua liberdade condicional, com possibilidade bienal permitida a partir do ano 2000 (após vinte anos no cumprimento de sua pena), foi negada sete vezes, a última vez em agosto de 2012, onde as autoridades informaram em um comunicado que "Sua libertação neste momento afetaria de maneira importante o respeito pela lei e tenderia a banalizar a trágica perda humana que você causou como resultado de seu crime atroz, não provocado, violento, frio e calculado".
Chapman alegou que cometeu o crime. Sabe-se que "ouvir vozes" (o termo técnico é alucinação auditiva) é um fenômeno concernente a diversos transtornos mentais, podendo ocorrer também com pessoas normais, não sendo este o caso e não ficando provado que era verdade, foi efetivamente condenado.
Chapman, então com 25 anos, citou o romance O Apanhador no Campo de Centeio, deJ.D. Salinger, como inspiração para o crime. O livro trata da história de um adolescente revoltado. Chapman dizia identificar-se com o protagonista do livro, que odiava a falsidade, e desferiu cinco tiros acertando quatro nas costas de Lennon. Mas seu motivo principal foi o fato de Lennon ter dito várias coisas, consideradas por Chapman, como blasfêmia contra Deus, como se declarar mais popular que Jesus.
“Senti que matando John Lennon me tornaria alguém e em vez disso tornei-me um assassino, e os assassinos não são alguém”, disse.
Como razão para o assassinato, tem repetido várias vezes: "Na altura achava que graças ao crime ficaria famoso, deixava de ser um zé-ninguém".
Yoko Ono, viúva de John Lennon, Ringo Starr, George Harrison (quando vivo) Paul McCartney , Pete Best e Elton John dizem-se ofendidos quando escutam o nome do assassino.
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